segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Disruption...

GLOBALIZATION: THE END…

OU O "FIM DE UMA ÉPOCA"!

 

" Somália: Mais um cargueiro tomado de assalto por piratas

 

Um cargueiro com bandeira de Hong Kong e tripulação estrangeira foi tomado de assalto no Golfo de Ádem, no mesmo dia em que um navio pesqueiro de Kiribati foi abordado na mesma zona, e dias após o assalto a um super-petroleiro saudita… O cargueiro Delight, de bandeira de Hong Kong e com uma tripulação de 25 pessoas de outras nacionalidades, foi sequestrado no Golfo de Ádem, entre a Somália e o Iémen. O navio transportava 36 mil toneladas de trigo para o Irão.

Este é o mais recente incidente na região. Também na terça-feira, um navio de pesca do Kiribati, com 12 tripulantes, foi igualmente tomado de assalto pelos piratas. No sábado deu-se o mais grave sequestro das últimas semanas. O Sirius Star, um super-petroleiro com 332 metros de comprimento, foi desviado na costa do Quénia, a sul da Somália.

O navio transportava dois milhões de barris de petróleo, avaliados em mais de 100 milhões de dólares, e está agora ancorado ao largo da Somália. No petroleiro encontram-se vários piratas e 25 tripulantes de várias nacionalidades, incluindo 19 filipinos, dois britânicos, dois polacos, um croata e um saudita. A Arábia Saudita considerou o ataque ao Sirius Star «um acto revoltante» e apelou a uma acção internacional coordenada contra a pirataria marítima.

O Sirius Star é o maior navio de sempre a ser sequestrado, confirmam as agências noticiosas internacionais. Neste momento há já centenas de tripulantes de navios raptados na Somália, com as mais variadas nacionalidades.

Segundo a BBC, os tripulantes são normalmente bem tratados pelos raptores, e acabam por ser libertados depois dos armadores pagarem resgates milionários."

 

FIM DA GLOBALIZAÇÃO

 

Como é que é mesmo o subtítulo de "Brave New War", de John Robb, publicado nos idos do início de 2007…?

 

Há anos, portanto, que só não vê quem não quer ver… Os tais que são os piores cegos! Ou ainda quem, em vez de olhar e ver a realidade, anda enfronhado em leituras já atrasadas (dada a velocidade das mudanças) e ignora, portanto, o que se está já a passar à sua volta.

 

Tinha muita graça essa coisa de ver uma série de gente aos saltos e em grande ebulição contra a globalização e seus malefícios quando ela já estava moribunda e a questão era já saber o que viria no pós-globalização  e que tipo de coisas íamos sofrer.

 

A esquerda "verdadeiramente marxista" foi notável neste exercício e até Soares ainda aí fez um pequeno número… Essa "esquerda" provou aí e mais uma vez a radicalidade dos "óculos" de Marx: mostrou claramente o que os seus portadores queriam ver e ocultou cuidadosamente a realidade! E ao fazê-lo conseguia que não fosse notada a realidade da "disruption"… Mas, a outros, ela não passou em branco! E, claro, nem tão pouco as suas consequências… Como bem se nota ao examinar os mapas de Tom Barnett!  Mas quem se preocupa com mapas e "disruptions"…?  Uns "xutos" de ideologia (da pura!) reconfortam muito mais as alminhas…

 

No Claro, há largo tempo que aqui tínhamos referido este inxorável fim da globalização e alertado que o que nos interessa mesmo é esta mudança em curso do modelo global, o preço a pagar por isso e como fazer para não figurar no rol dos perdedores mas sim integrar o "centro" do sistema…

Mas é um clássico esta coisa de certas cabeças só perceberem o problema do pau quando levam com ele!

sábado, 22 de novembro de 2008

Blogger Iraniano Preso

Inquiétude au sujet d'un blogueur irano-canadien

Radio-Canada.ca - vendredi 21 novembre 2008

logo article 

Le ministère des Affairess étrangères du Canada tente de confirmer les informations d'une agence de presse iranienne selon laquelle un Irano-Canadien, Hossein Derakhshan, aurait été arrêté et accusé d'espionnage au profit d'Israël en Iran.
L'arrestation présumée de M. Derakhshan, réputé comme étant l'un des principaux responsables du phénomène des blogues en Iran, a été rapporté plus tôt cette semaine par l'agence iranienne Jahan News a publié une nouvelle à cet effet plus tôt cette (...)

O CASO DO ‘OBSCURO’ ATAQUE ÀS NOSSAS EMPRESAS TECNOLÓGICAS

O CASO DO 'OBSCURO' ATAQUE ÀS NOSSAS EMPRESAS TECNOLÓGICAS

Na Infoguerre, um caso exemplar do ataque por forças obscuras a empresas estratégicas europeias. Ataque que já aqui tínhamos denunciado. O que se passa com a Uniross em França também se passa em Portugal com as melhores "tecnológicas". Só que não temos nenhuma rede do tipo Infoguerre que se ocupe do caso…

Il faut sauver le soldat Uniross!

19-11-2008, dans  Industries et souveraineté

 Uniross, une entreprise stratégique performante risque de bientôt disparaître du paysage industriel français. Placée sous sauvegarde en octobre dernier, elle attend la décision du tribunal de commerce à son sujet. Mais derrière cet exemple d'entreprise frappée par la crise pourrait se trouver un cas d'intelligence économique riche d'enseignements.

Spécialisée dans les chargeurs et batteries rechargeables, Uniross a été créée en 1968 en Angleterre avant de passer sous pavillon français en 1992 rachetée par la Saft alors filiale d'Alcatel. En 2001, un LBO mené par Christophe Gurtner, le dirigeant de l'activité grand public de Saft en fait une success story à la française : de 5 personnes, elle passe à 70 en France (Marne La Vallée) et 700 dans le monde. En 2007, présente dans 70 pays, Uniross a réalisé un chiffre d'affaires de 80 millions d'euros. En phase avec le développement durable (ses produits sont une alternative économique et environnementale aux piles classique et à la pollution qu'elles génèrent en termes de déchets), les technologies développées par Uniross apparaissent comme stratégiques dans le domaine de l'énergie et plus précisément le stockage de l'électricité.

Affecté par une baisse de la consommation et un manque de trésorerie, le leader européen des batteries rechargeables pour appareils photo ou caméscopes se voit, contre toute attente, notifier une fin de non recevoir par des banques qui connaissent pourtant la solidité de l'entreprise.

Mais comment expliquer cette frilosité bancaire vis-à-vis d'un entrepreneur français qui a fait ses preuves ? Est-ce parce que ce profil atypique à la réussite fulgurante ne vient pas de l'establishment ?  Pourtant, son passé de dirigeant plaiderait cent fois en sa faveur. Et comment expliquer qu'à l'heure où l'Etat vient de leur porter secours, des banques rechignent à reporter l'effort de solidarité vers une PME reconnue qui traverse une mauvaise passe ? N'est-ce pas dans la tempête que l'on reconnaît les vrais marins ?

Tout ceci ne serait sans doute qu'une banale affaire de crédit si Uniross n'avait été ciblée par une entreprise concurrente asiatique bénéficiant de l'appui de financiers français connus pour leurs stratégies de prédation et de restructuration (délocalisation) agressives. Nul doute qu'ils souhaitent acquérir l'entreprise à moindre frais. Et on comprend mieux, dès lors, tout l'intérêt de la procédure de sauvegarde. D'autant que le dirigeant serait victime de rumeurs étranges et insistantes qui lui auraient déjà fermé des portes d'investisseurs pourtant promises!

Tant en raison des emplois en jeu que de l'importance de la technologie clé, il faut tout faire pour sauver le soldat Uniross. Car l'avenir de cette PME innovante pourrait bien se jouer dans les jours qui viennent. Incompréhensible, la disparition d'Uniross serait également symbolique de l'incapacité de notre pays à protéger ses petites entreprises d'appétits financiers qui ne servent pas – la crise actuelle le démontre – le développement industriel français.

Un espoir ? La décision du tribunal de commerce de Meaux est attendue pour le 1er décembre et on se doit d'espérer, à un moment où l'Etat proclame la nécessité de renforcer sa politique de sécurité économique, qu'il saura rendre une justice au dessus de tout soupçon… de guerre économique.

A Coluna dos Sábados no "Correio da Manhã"

 

Ver claro

22 Novembro 2008  

 

A visão de Obama não é a de Bush, mas é certo que ele irá, inevitavelmente, agir como chefe da única grande potência e não como um desejado filantropo multilateralista...

A cimeira do G20 como aqui se antecipou, não trouxe quaisquer medidas para enfrentar a crise global e com Washington em vazio político até fins de Janeiro instala-se no mundo um clima de 'cada país por si e cada um que se salve'.

Cada Estado da Europa procura a sua própria resposta nacional à crise global. Merkel rejeitou a ideia francesa de um fundo soberano europeu e Sarkozy avança com um 'fundo estratégico de investimento', arma francesa para socorrer empresas estratégicas. Assim se processa o regresso em força do Estado-nação, da geopolítica e da sua inteligência...

Os sauditas estão a apreciar como a queda do petróleo seca as capacidades do Irão, alarga o seu défice orçamental e mergulha a economia em profunda crise... Visto de Riade, há males que vêm por bem!

120 dólares é quanto o governo de Taiwan oferece a cada um dos seus 23 milhões de habitantes, para sustentar o consumo interno.

Gestores e quadros serão das maiores vítimas em caso de agravamento da crise.

O Congo Kinshasa (2 345 410 km2 de riquezas minerais) pode vir a partir-se em três...

José Mateus

verclaro.jm@gmail.com

sábado, 15 de novembro de 2008

Ver Claro

A Coluna do Correio da Manhã

15 Novembro 2008

 

- Primeira viagem de Obama à Europa será em Abril, para comemorar o 60.º aniversário da NATO. O presidente irá a Baden-Baden, na Alemanha, e no dia seguinte a Estrasburgo.

- "A Agenda Obama" é o que de melhor se poderia conceber para restabelecer a imagem dos EUA, a mais formidável operação de soft-power, para recuperar a reputação, com o mundo inteiro como público-alvo. Parabéns a quem a concebeu.

Sem Obama, o G20 deste fim-de-semana, "presidido" por um Bush a 2 meses de deixar Washington, não tem grande margem de manobra... Mas, para manter a sua liberdade, Obama não podia estar neste G20 que deve definir calendários e discutir medidas de supervisão dos bancos.

Sarkozy exige "responsabilidade aos bancos" e o seu PM ameaça fechar-lhes a torneira, nacionalizar os que tenham dificuldades e mudar os seus dirigentes "se não utilizam os créditos recebidos para relançar os empréstimos às empresas e famílias". E Ségolène Royal defende "a entrada do Estado no capital dos bancos"!

"Não sabemos ainda qual será a dimensão da crise em 2009, nem as suas consequências na economia...", confessa o PM francês já depois da entrada oficial da Eurolândia em recessão.

O plano chinês de relançamento da economia, aqui anunciado a 4 de Outubro, foi agora oficializado... 

José Mateus

Consultor de inteligência competitiva

verclaro.jm@gmail.com

 

 

Síntese da situação ao começo da reunião do G20, em Washington

G20: les participants du sommet sur la crise arrivent à la Maison Blanche
Les participants du "sommet sur les marchés financiers et l'économie mondiale", qui se tient jusqu'à samedi à Washington, sont arrivés vendredi soir à la Maison Blanche pour participer à un dîner de travail.     la suite


Le G20 se mobilise face à la crise, première récession en zone euro
Les grands pays industrialisés et émergents (G20) vont s'efforcer d'apporter une réponse concertée à la pire crise financière depuis 1929, dont témoigne l'entrée officielle en récession de la zone euro, pour la première fois de son histoire.     la suite


Aéronautique: Boeing évite une grève de ses ingénieurs grâce à un accord sur les salaires
Le constructeur aéronautique américain Boeing est parvenu vendredi à un accord avec ses ingénieurs et ses techniciens pour renouveler les conventions salariales de ces personnels, évitant ainsi un nouveau conflit social après deux mois de grève de ses ouvriers mécaniciens.     la suite


Le Japon investit 2 milliards de dollars dans un fonds de soutien aux banques
La Banque mondiale a annoncé vendredi que le Japon s'était engagé à investir deux milliards de dollars dans un de ses fonds, destiné à aider les banques "sur les petits marchés émergents".     la suite


Etats-Unis: les démocrates du Sénat vont présenter un projet de loi pour lutter contre la crise
La majorité démocrate du Sénat américain sortant s'apprête à présenter un projet de loi pour aider l'économie américaine à sortir de la crise, malgré l'opposition des républicains, a indiqué vendredi dans une lettre le leader de la majorité démocrate Harry Reid.     la suite


L'euro en baisse face au dollar, la livre toujours en difficulté
L'euro a reculé vendredi face au dollar après la confirmation de l'entrée en récession de la zone euro, tandis que la livre sterling évoluait à de nouveaux records de faiblesse face à la monnaie unique.     la suite


Wall Street chute à la clôture dans un marché encore une fois très volatil
La Bourse de New York a terminé en forte baisse vendredi, dans un marché une nouvelle fois très volatil en fin de séance, l'impact des mauvaises nouvelles économiques l'emportant finalement: le Dow Jones a perdu 3,82% et le Nasdaq 5,00%.     la suite


Automobile: fermeture de l'usine de batteries Johnson controls de Rouen
Le groupe américain Johnson controls a annoncé vendredi la fermeture de son usine de fabrication de batteries d'automobiles de Grand-Quevilly, près de Rouen, qui emploie 280 salariés, a-t-on appris de source syndicale.     la suite


Le chef du FMI Strauss-Kahn a rencontré les syndicats des pays du G20
Le directeur général du Fonds monétaire international (FMI) Dominique Strauss-Kahn a rencontré vendredi à Washington des dirigeants syndicaux des pays du G20, avec lesquels il est tombé d'accord pour défendre les aspects sociaux dans la réponse à la crise financière.     la suite


Le prix du pétrole recule à New York malgré la convocation d'une réunion de l'Opep
Les prix du pétrole ont reculé vendredi à New York face à l'accumulation des signes de détérioration de l'économie, aux Etats-Unis comme en Europe, malgré la possibilité d'une nouvelle baisse de la production des pays exportateurs qui se réunissent d'urgence fin novembre.     la suite

domingo, 9 de novembro de 2008

SOBRE A NOVA ERA GEOPOLÍTICA, da Stratfor

The New Era
Graphic for Geopolitical Intelligence Report

 

By Peter Zeihan

July 9, 2008

 

As students of geopolitics, we at Stratfor tend not to get overexcited when this or that plan for regional peace is tabled. Many of the world’s conflicts are geographic in nature, and changes in government or policy only rarely supersede the hard topography that we see as the dominant sculptor of the international system. Island states tend to exist in tension with their continental neighbors. Two countries linked by flat arable land will struggle until one emerges dominant. Land-based empires will clash with maritime cultures, and so on.

Petit vs. Grand Geopolitic

But the grand geopolitic — the framework which rules the interactions of regions with one another — is not the only rule in play. There is also the petit geopolitic that occurs among minor players within a region. Think of the grand geopolitic as the rise and fall of massive powers — the onslaught of the Golden Horde, the imperial clash between England and France, the U.S.-Soviet Cold War. By contrast, think of the petit geopolitic as the smaller powers that swim alongside or within the larger trends — Serbia versus Croatia, Vietnam versus Cambodia, Nicaragua versus Honduras. The same geographic rules apply, just on a smaller scale, with the added complexity of the grand geopolitic as backdrop.

The Middle East is a region rife with petit geopolitics. Since the failure of the Ottoman Empire, the region has not hosted an indigenous grand player. Instead, the region serves as a battleground for extra-regional grand powers, all attempting to grind down the local (petit) players to better achieve their own aims. Normally, Stratfor looks at the region in that light: an endless parade of small players and local noise in an environment where most trends worth watching are those implanted and shaped by outside forces. No peace deals are easy, but in the Middle East they require agreement not just from local powers, but also from those grand players beyond the region. The result is, well, the Middle East we all know.

All the more notable, then, that a peace deal — and a locally crafted one at that — has moved from the realm of the improbable to not merely the possible, but perhaps even the imminent.

Israel and Syria are looking to bury the hatchet, somewhere in the Golan Heights most likely, and they are doing so for their own reasons. Israel has secured deals with Egypt and Jordan already, and the Palestinians — by splitting internally — have defeated themselves as a strategic threat. A deal with Syria would make Israel the most secure it has been in millennia.

Syria, poor and ruled by its insecure Alawite minority, needs a basis of legitimacy that resonates with the dominant Sunni population better than its current game plan: issuing a shrill shriek whenever the name “Israel” is mentioned. The Alawites believe there is no guarantee of support better than cash, and their largest and most reliable source of cash is in Lebanon. Getting Lebanon requires an end to Damascus’ regional isolation, and the agreement of Israel.

The outline of the deal, then, is surprisingly simple: Israel gains military security from a peace deal in exchange for supporting Syrian primacy in Lebanon. The only local loser would be the entity that poses an economic challenge (in Lebanon) to Syria, and a military challenge (in Lebanon) to Israel — to wit, Hezbollah.

Hezbollah, understandably, is more than a little perturbed by the prospect of this tightening noose. Syria is redirecting the flow of Sunni militants from Iraq to Lebanon, likely for use against Hezbollah. Damascus also is working with the exiled leadership of the Palestinian group Hamas as a gesture of goodwill to Israel. The French — looking for a post-de Gaulle diplomatic victory — are re-engaging the Syrians and, to get Damascus on board, are dangling everything from aid and trade deals with Europe to that long-sought stamp of international approval. Oil-rich Sunni Arab states, sensing an opportunity to weaken Shiite Hezbollah, are flooding petrodollars in bribes — that is, investments — into Syria to underwrite a deal with Israel.

While the deal is not yet a fait accompli, the pieces are falling into place quite rapidly. Normally we would not be so optimistic, but the hard decisions — on Israel surrendering the Golan Heights and Syria laying preparations for cutting Hezbollah down to size — have already been made. On July 11 the leaders of Israel and Syria will be attending the same event in Paris, and if the French know anything about flair, a handshake may well be on the agenda.

It isn’t exactly pretty — and certainly isn’t tidy — but peace really does appear to be breaking out in the Middle East.

A Spoiler-Free Environment

Remember, the deal must please not just the petit players, but the grand ones as well. At this point, those with any interest in disrupting the flow of events normally would step in and do what they could to rock the boat. That, however, is not happening this time around. All of the normal cast members in the Middle Eastern drama are either unwilling to play that game at present, or are otherwise occupied.

The country with the most to lose is Iran. A Syria at formal peace with Israel is a Syria that has minimal need for an alliance with Iran, as well as a Syria that has every interest in destroying Hezbollah’s military capabilities. (Never forget that while Hezbollah is Syrian-operated, it is Iranian-founded and -funded.) But using Hezbollah to scupper the Israeli-Syrian talks would come with a cost, and we are not simply highlighting a possible military confrontation between Israel and Iran.

Iran is involved in negotiations far more complex and profound than anything that currently occupies Israel and Syria. Tehran and Washington are attempting to forge an understanding about the future of Iraq. The United States wants an Iraq sufficiently strong to restore the balance of power in the Persian Gulf and thus prevent any Iranian military incursion into the oil fields of the Arabian Peninsula. Iran wants an Iraq that is sufficiently weak that it will never again be able to launch an attack on Persia. Such unflinching national interests are proving difficult to reconcile, but do not confuse “difficult” with “impossible” — the positions are not mutually exclusive. After all, while both want influence, neither demands domination.

Remarkable progress has been made during the past six months. The two sides have cooperated in bringing down violence in Iraq, now at its lowest level since the aftermath of the 2003 invasion itself. Washington and Tehran also have attacked the problems of rogue Shiite militias from both ends, most notably with the neutering of Muqtada al-Sadr and his militia, the Medhi Army. Meanwhile, that ever-enlarging pot of Sunni Arab oil money has been just as active in Baghdad in drawing various groups to the table as it has been in Damascus. Thus, while the U.S.-Iranian understanding is not final, formal or imminent, it is taking shape with remarkable speed. There are many ways it still could be derailed, but none would be so effective as Iran using Hezbollah to launch another war with Israel.

China and Russia both would like to see the Middle East off balance — if not on fire in the case of Russia — although it is hardly because they enjoy the bloodshed. Currently, the United States has the bulk of its ground forces loaded down with Afghan and Iraqi operations. So long as that remains the case — so long as Iran and the United States do not have a meeting of the minds — the United States lacks the military capability to deploy any large-scale ground forces anywhere else in the world. In the past, Moscow and Beijing have used weapons sales or energy deals to bolster Iran’s position, thus delaying any embryonic deal with Washington.

But such impediments are not being seeded now.

Rising inflation in China has turned the traditional question of the country’s shaky financial system on its head. Mass employment in China is made possible not by a sound economic structure, but by de facto subsidization via ultra-cheap loans. But such massive availability of credit has artificially spiked demand, for 1.3 billion people no less, creating an inflation nightmare that is difficult to solve. Cut the loans to rein in demand and inflation, and you cut business and with it employment. Chinese governments have been toppled by less. Beijing is desperate to keep one step ahead of either an inflationary spiral or a credit meltdown — and wants nothing more than for the Olympics to go off as hitch-free as possible. Tinkering with the Middle East is the furthest thing from Beijing’s preoccupied mind.

Meanwhile, Russia is still growing through its leadership “transition,” with the Kremlin power clans still going for each other’s throats. Their war for control of the defense and energy industries still rages, their war for control of the justice and legal systems is only now beginning to rage, and their efforts to curtail the powers of some of Russia’s more independent-minded republics such as Tatarstan has not yet begun to rage. Between a much-needed resettling, and some smacking of out-of-control egos, Russia still needs weeks (or months?) to get its own house in order. The Kremlin can still make small gestures — Russian Prime Minister Vladimir Putin chatted briefly by phone July 7 with Iranian President Mahmoud Ahmadinejad on the topic of the nuclear power plant that Russia is building for Iran at Bushehr — but for the most part, the Middle East will have to wait for another day.

But by the time Beijing or Moscow have the freedom of movement to do anything, the Middle East may well be as “solved” as it can be.

The New Era

For those of us at Stratfor who have become rather inured to the agonies of the Middle East, such a sustained stream of constructive, positive news is somewhat unnerving. One gets the feeling that if the progress could hold up for just a touch longer, not only would there be an Israeli-Syrian deal and a U.S.-Iranian understanding, the world itself would change. Those of us here who are old enough to remember haven’t sensed such a fateful moment since the weeks before the tearing down of the Berlin Wall in 1989. And — odd though it may sound — we have been waiting for just such a moment for some time. Certainly since before 9/11.

Stratfor views the world as working in cycles. Powers or coalitions of powers form and do battle across the world. Their struggles define the eras through which humanity evolves, and those struggles tend to end in a military conflict that lays the groundwork for the next era. The Germans defeated Imperial France in the Franco-Prussian War in 1871, giving rise to the German era. That era lasted until a coalition of powers crushed Germany in World Wars I and II. That victorious coalition split into the two sides of the Cold War until the West triumphed in 1989.

New eras do not form spontaneously. There is a brief — historically speaking — period between the sweeping away of the rules of the old era and the installation of the rules of the new. These interregnums tend to be very dangerous affairs, as the victorious powers attempt to entrench their victory as new powers rise to the fore — and as many petit powers, suddenly out from under the thumb of any grand power, try to carve out a niche for themselves.

The post-World War I interregnum witnessed the complete upending of Asian and European security structures. The post-World War II interregnum brought about the Korean War as China’s rise slammed into America’s efforts to entrench its power. The post-Cold War interregnum produced Yugoslav wars, a variety of conflicts in the former Soviet Union (most notably in Chechnya), the rise of al Qaeda, the jihadist conflict and the Iraq war.

All these conflicts are now well past their critical phases, and in most cases are already sewn up. All of the pieces of Yugoslavia are on the road to EU membership. Russia’s borderlands — while hardly bastions of glee — have settled. Terrorism may be very much alive, but al Qaeda as a strategic threat is very much not. Even the Iraq war is winding to a conclusion. Put simply, the Cold War interregnum is coming to a close and a new era is dawning.

Tell Stratfor What You Think

This report may be forwarded or republished on your website with attribution to www.stratfor.com

 

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

QUEM ELEGEU OBAMA?

Le vote Obama: une coalition sans précédent

2008-11-05 19:37:05
WASHINGTON (AFP)

© AFP
Deux Afro-américaines se réjouissent à l'annonce de la victoire de Barack Obama, à Las Vegas le 4 novembre 2008
Deux Afro-américaines se réjouissent à l'annonce de la victoire de Barack Obama, à Las Vegas le 4 novembre 2008

Le président élu Barack Obama a réussi à rassembler sur son nom une coalition qu'aucun autre candidat démocrate avant lui n'avait réussi à bâtir en recueillant la majorité des suffrages des femmes, des indépendants, des moins de 65 ans et des minorités.

Cet aspect de l'élection, unanimement qualifiée d'historique, pourrait poser des problèmes à terme au parti républicain qui a enregistré un de ses plus mauvais scores.

Même si le républicain John McCain est majoritaire dans l'électorat blanc, que ce soit auprès des hommes ou des femmes, M. Obama, premier président noir des Etats-Unis, a obtenu plus de voix dans l'électorat blanc que les derniers candidats démocrates à la présidence, y compris Al Gore en 2000 et John Kerry en 2004.

"Les Blancs ont joué un rôle majeur dans l'élection du premier président noir", analysait mercredi le Los Angeles Times.

Les noirs (13% de l'électorat) ont voté à 96% pour Obama. Mais le facteur racial, considéré comme une inconnue majeure du scrutin, n'a en fait pas ou peu compté.

L'âge de M. McCain, qui, à 72 ans, aurait été le plus vieux président à entrer à la Maison Blanche, a été plus déterminant que la couleur de peau du candidat démocrate : quatre électeurs sur dix ont affirmé que l'âge du républicain avait compté dans leur décision. En comparaison, seuls deux électeurs sur dix ont affirmé que le facteur racial était un sujet important à leurs yeux.

© AFP
Américaines hilares à l'annonce de la victoire de Barack Obama, à Albuquerque, le 4 novembre 2008
Américaines hilares à l'annonce de la victoire de Barack Obama, à Albuquerque, le 4 novembre 2008

La principale préoccupation d'une majorité d'électeurs (63%) et le facteur numéro un de leur choix a été la situation économique. Et ces électeurs ont majoritairement choisi M. Obama.

"La question importante pour les électeurs n'était pas noir, blanc ou vert mais de savoir qui était le plus capable de s'occuper de l'économie", a résumé Peter Brown, responsable des sondages à l'université Quinnipiac.

M. Obama fait mieux que tous les candidats démocrates à la Maison Blanche des huit dernières présidentielles parmi les femmes, les jeunes, les Noirs, les modérés et les indépendants. Il a récupéré le vote de la communauté hispanique qu'avait obtenu M. Gore en 2000 et qui s'était porté sur George W. Bush en 2004.

Le candidat démocrate a fait mentir les affirmations selon lesquelles l'électorat juif hésiterait à voter pour un candidat dont le second prénom est Hussein, que les Hispaniques ne voteraient jamais pour un Noir et que les femmes, déçues de l'élimination d'Hillary Clinton lors des primaires démocrates, se réfugieraient dans l'abstention.

© AFP
Ovation à l'annonce de la victoire de Barack Obama, à Las Vegas le 4 novembre 2008
Ovation à l'annonce de la victoire de Barack Obama, à Las Vegas le 4 novembre 2008

M. Obama est largement majoritaire chez les jeunes de 18 à 29 ans mais aussi dans toutes les classes d'âge au-dessous de 65 ans. Le candidat démocrate est largement majoritaire parmi les personnes possédant un diplôme universitaire mais également parmi celles qui n'ont pas fréquenté d'université.

Les foyers américains les plus modestes, affichant des revenus annuels de moins de 15.000 dollars, ont très majoritairement (73%) préféré M. Obama. Le candidat démocrate a également obtenu la majorité dans les foyers gagnant entre 15.000 et 50.000 dollars par an. M. McCain a convaincu les ménages affichant des revenus annuels situés entre 50.000 et 75.000 dollars mais M. Obama a fait mieux que son adversaire parmi ceux gagnant entre 75.000 et 100.000 dollars par an.

Surtout, le candidat démocrate a réussi à obtenir la confiance d'électeurs plutôt enclins à voter républicain, comme les mères de famille et les catholiques, qui ont majoritairement voté pour lui.

Les électeurs des zones rurales, plutôt conservateurs, se sont partagés entre les deux candidats avec un léger avantage pour M. McCain. M. Obama a confirmé les progrès enregistrés ces dernières années par les démocrates dans les banlieues des grandes villes qui ont été longtemps des fiefs républicains.

© AFP.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Responsabilidade dos Banqueiros, diz Krugman

Ver Claro

 

A Coluna do CM,  01 Nov 2008

 

Paul Krugman responsabiliza banqueiros pela crise sem precedentes que obriga os estados a usar o dinheiro dos impostos no controlo de danos. Para o Nobel, "as invenções mágicas do sistema bancário fizeram-no voar em estilhaços".

 

O FMI calcula a perda de crescimento provocada pela crise dos bancos até 20% do PIB e o custo médio do salvamento da banca até 14% da riqueza nacional. Neste cenário, o governo finlandês já se dotou de um nunca visto arsenal legislativo para dirigir os bancos e recuperar o país.

 

Indústria-motora do desenvolvimento, o automóvel perde-se na crise e migra para a periferia. Não há melhor sinal da emergência de novo "modelo", com novas indústrias-motoras não adictas ao petróleo. Também nova dimensão empresarial está a surgir. No sector financeiro imperam já 4 ou 5 titãs e as fusões aceleram no automóvel, na aviação, na electrónica...

 

A crise provoca fortes sismos geopolíticos e já se diz não ser mais possível falar da Europa como entidade única, nem da NATO como aliança totalmente funcional, nem do estado-nação como algo obsoleto... Este parece, aliás, ser a única coisa a funcionar! 

Armas e Inteligência: os países da periferia estão a investir na compra de armamento, os do centro apostam na potenciação de dispositivos de inteligência.

 

Contra a recessão

VER CLARO

 

A Coluna do CM, 25 Outubro 2008

 

Contra a recessão, o orçamento francês para 2009/2011 será um orçamento de investimento, avança Sarkozy, para quem o “capitalismo financeiro” tem os dias contados e é preciso moralizar o capitalismo, acelerar as reformas e redefinir o papel do Estado na economia.

 

David Rubenstein, fundador e director do grupo Carlyle, considera que as recentes quedas do mercado são apenas “a ponta do iceberg” e que toda a economia construída nas últimas décadas sofrerá mudanças radicais.

 

Os banqueiros perderam o poder de que usaram (e abusaram) nas últimas 2 décadas mas a economia de mercado vai sobreviver, conclusão de avisados analistas americanos.

 

O Japão perdeu 94% do seu excedente comercial, em Setembro, na sequência de baixas acentuadas das exportações para a Europa (-8%) e para os Estados Unidos (-10,9%).

 

Inteligência: o governo francês prepara-se para dotar o Ministério da Economia de verdadeiros dispositivos de Inteligência Competitiva. É a cereja no topo do bolo da reestruturação dos serviços de informação.

 

David Petraeus, o general que vai assumir o comando do CentCom, vai reproduzir no Afeganistão o que já fez no Iraque: formar milícias locais contra os terroristas... Já não era sem tempo!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

VER CLARO

A Coluna dos Sábados

no "Correio da Manhã"

18 Outubro 2008

 

Condição sine qua non para salvar o Dexia: os seus banqueiros tinham de ser todos postos na rua e substituídos por gente competente escolhida por Sarkozy. A decisão, tomada às 04h35 da madrugada, foi imediatamente aceite…

Sarkozy acusa os banqueiros franceses de arrogância e conservatismo, vê-os como mandaretes à espera de gorjeta e, depois de os ter posto em sentido, passou a dar-lhes ordens: "Voltem à banca de depósitos, dêem garantias aos clientes, façam circular o dinheiro e reúnam todos os fins de tarde com a ministra das Finanças…"

Zapatero manda fazer fusões bancárias para conseguir um mapa bancário "mais eficaz", coisa de que nós, ainda mais do que Espanha, precisamos.

Recapitalizar bancos é preciso mas também é preciso que não sejam os contribuintes a pagar a factura, pois isso teria custos insuportáveis para as empresas e famílias, faria surgir fortes fricções políticas e seria fatal para o País.

Às arrecuas: França recua na produção industrial. Alemanha recua de novo no excedente comercial. Japão recua forte no investimento e a Suécia começa a meter água... Anteriores ao colapso financeiro, estes dados já apontavam o despontar de uma séria recessão.

O ouro surge como o valor refúgio e de Julho a meados de Outubro já subiu quase 40%. 

José Mateus

 Consultor de Inteligência Competitiva

verclaro.jm@gmail.com

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Da Grande Crise, dia 14 Outubro 2008, pela AFP

L'Assemblée adopte le plan de soutien aux banques, le PS s'abstient
L'Assemblée a adopté mardi soir le plan gouvernemental d'urgence en faveur des banques, qui prévoit une garantie maximale de l'Etat de 360 milliards d'euros et qui sera transmis au Sénat dès mercredi.     la suite


USA: le déficit budgétaire 2007-2008 s'envole avec la crise
Le déficit budgétaire des Etats-Unis a fortement augmenté pendant l'exercice 2007-2008 clos fin septembre, surtout à cause du ralentissement économique et du plan de relance adopté au printemps, qui ont alourdi les dépenses tout en grignotant les recettes.     la suite


Les banques françaises vont adopter le code de bonne conduite du Medef
Les banques françaises se sont engagées à "adopter sans délai" le code de bonne conduite du Medef (organisation patronale) sur la rémunération des dirigeants, a indiqué mardi la Fédération bancaire française (FBF) dans un communiqué.     la suite


Nicolas Sarkozy détaille son plan de sauvetage aux banquiers et assureurs
Nicolas Sarkozy a reçu mardi, pour la troisième fois en deux semaines, les dirigeants des principales banques et compagnies d'assurance françaises pour leur détailler le plan de soutien de 360 milliards d'euros adopté par le gouvernement face à la crise financière mondiale.     la suite


Wall Street: le rebond tourne court, les inquiétudes persistent
La Bourse de New York est repartie à la baisse mardi, dans un marché inquiet du ralentissement économique, et notamment de son impact sur les valeurs technologiques, malgré son enthousiasme pour les mesures de soutien au secteur bancaire: le Dow Jones a perdu 0,82% et le Nasdaq 3,54%.     la suite


Les thérapies de choc ont soulagé les marchés sans guérir la crise ( contient une vidéo )
Les thérapies de choc des Européens et des Américains ont soulagé les marchés financiers, toujours nerveux mardi après leur plongeon historique la semaine dernière, sans pour autant guérir la crise financière et économique.Evènement     la suite


L'Etat américain entre massivement dans le capital des banques
Le gouvernement des Etats-Unis va devenir actionnaire de neuf des plus grandes banques américaines et va dépenser au total 250 milliards de dollars pour prendre des participations dans toutes les institutions financières du pays qui le voudront.Evènement     la suite


Crise: l'UE veut endosser le plan d'aide malgré les réticences tchèques
Après s'être entendus sur un plan d'aide massif au secteur financier pour la zone euro, les Européens espèrent l'élargir aux 27 pays de l'UE, lors de leur sommet mercredi et jeudi, malgré l'opposition de la République tchèque, seule à traîner vraiment des pieds.     la suite


La Bourse de Paris finit à nouveau sur une forte hausse
La Bourse de Paris a fini à nouveau sur une forte hausse mardi, le CAC 40 terminant sur un gain de 2,75% dans un marché toujours porté par les annonces de plans de soutien aux banques, certaines valeurs bancaires continuant toutefois d'être victimes d'une certaine défiance.     la suite


Les pétroliers accusés de ne pas répercuter la baisse du prix du brut ( contient une vidéo )
Les groupes pétroliers sont de nouveau sur la sellette: les associations de consommateurs leur reprochent de ne pas répercuter complètement les baisses des prix du brut à la pompe et d'avoir sous-investi dans leur capacité de raffinage, des accusations qu'ils réfutent.     la suite

terça-feira, 14 de outubro de 2008

VER CLARO

a coluna do ‘Correio da Manha”, de sábado 11 Outubro 2008  

 

Novo modelo económico

 

A economia muda desde a Revolução Industrial, de fase e de quadro, com intervalos irregulares de décadas, abruptamente e com uma crise estrutural que provoca mudanças radicais e novos equilíbrios geopolíticos. Pode-se analisar isto, fazer a sua periodização e ver as constantes da mudança. O que evitará muitos disparates…

Novo modelo económico, agentes económicos de dimensão nunca vista, novas regras, novo jogo, novos hábitos e nova cultura. E um novo tipo de consumo e 'regionalizações' versus a velha 'globalização'. Eis o novo mundo que nos bate à porta e faz tremer a casa.

Consumo selectivo será a marca da nova era. Acabou a era do consumo massivo.

A crise estrutural 'em curso' foi anunciada nesta coluna em Novembro de 2007. Para a prever bastava alguma inteligência económica. Ninguém se queixe, pois, de surpresas.

Sócrates falou da economia, como aqui se tinha sugerido na semana passada. E falou bem… Em S. Bento, mas é aos eleitores que ele tem de falar. Directamente.

Golpe silencioso no Irão. Ahmadinejad e seus 'pasdaran' impõem-se a Ali Khamenei e seus mullah, passando a dispor de um estado-maior próprio que comanda as suas 31 divisões, os mísseis balísticos e as instalações nucleares…

José Mateus

Consultor de Inteligência Competitiva

verclaro.jm@gmail.com